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“Quem não faz política é governado por aqueles que fazem política”.
Entendo que a humanidade vive um momento de risco. A degradação do meio ambiente, a poluição dos rios e oceanos, a destruição das florestas tropicais e com elas a fauna e a flora, o aquecimento do planeta, o crescimento desordenado da população, a desqualificação profissional, o aumento dos índices de criminalidade, a perda da qualidade de ensino, a decadência da saúde pública, o abandono social do Estado, vêm tecendo um quadro cada vez mais difícil de se controlar, colocando em risco a sobrevivência da espécie humana no planeta e dos mecanismos de sustentação da vida.
Em meio a tais situações, já não há mais espaço para os eternos conflitos entre e a direita e a esquerda, entre o marxismo e o capitalismo. Ambas ideologias já se mostraram absolutamente nocivas à espécie humana, em nada contribuindo para nossa principal objetivo: A FELICIDADE
É preciso recuperar a dignidade do relacionamento entre os humanos e as forças da natureza. Para tanto necessitamos de leis rigorosas que equalizem a ecologia humana e os ecossistemas. Esta é a meta a ser alcançada neste terceiro milênio.
Entendo também que o povo brasileiro, em sua dignidade e abandono, se tornou refém dos eternos programas sociais (bolsa família, leve leite, pró-uni, fome zero, etc) considerados estes os verdadeiros mensalinhos. Há que se buscar políticas idôneas que criem a emancipação das pessoas e não suas eternas dependências temos que pensar em capacitar as pessoas, o povo necessita de oportunidades.
“É preciso vigiar constantemente os governantes”.
Entendo que é importante o engajamento de cidadãos comuns em suas possibilidades de expressões buscando uma reforma ética e política nos rumos da governabilidade do Brasil, bem como o fortalecimento das instituições. Só assim o povo brasileiro passará a ter autonomia e instrumentos de verdadeira representatividade social e política.
